Pense Bem!


A conta de publicidade de um governo estadual grande como o do Estado de SP, Rio de Janeiro ou Minas Gerais, quando anda pela casa dos 50 milhões de reais em um ano é considerado gasto abusivo e eleitoral, para dizer o melhor. E isso para mais de uma agência. Leia o que Valério recebia de seus clientes.

Folha de SP.

A CPI listou os maiores depositantes identificados nas contas das empresas (para todos as agências de Valério atuam como clientes diretos ou indiretos): Banco do Brasil (R$ 369,5 milhões), empresas de telefonia (R$ 150 milhões), Visanet (R$ 91,4 milhões), governo do Distrito Federal (R$ 74,2 milhões), Eletronorte (R$ 41,4 milhões), Tesouro Nacional (R$ 44,5 milhões), cujos valores se referem às contas publicitárias dos ministérios do Trabalho e dos Esportes, Banco Rural (R$ 40 milhões), Correios (R$ 36 milhões), governo de Minas Gerais (R$ 30,4 milhões), Usiminas R$ 26 milhões), Fiat Automóveis (R$ 21 milhões) e Assembléia Legislativa de Minas (R$ 16,5 milhões).

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