Naquela mesa está faltando ele ...

Estado de Minas.
Pedida a prisão da máfia do lixo
Ribeirão Preto - Um dos donos e quatro ex-funcionários do Grupo Leão Leão formavam uma quadrilha organizada. Cada um dos integrantes tinha uma função definida nas fraudes em licitações em pelo menos quatro prefeituras da região de Ribeirão Preto (SP). Esta é a principal conclusão do relatório final da Policia Civil de São Paulo, que pede hoje à Justiça a prisão preventiva de Luiz Claudio Leão, Wilney Barquete, Marcelo Franzine e Fernando Fischer. Leão, um dos donos, era o responsável por tudo e dava a decisão final nas negociações. Barquete, presidente da Leão Ambiental, planejava e era o cérebro de todo o esquema. Fischer, gerente comercial da Leão Ambiental, era o responsável pelos documentos. Franzine, diretor comercial da Leão Ambiental, fazia o contato direto com os prefeitos e funcionários e conseguia vantagens nas licitações. O documento também comprova a existência das fraudes desde o início de 2001, quando o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, era o prefeito de Ribeirão Preto, em sua segunda gestão.

<< Home