Mais Peixe Vivo! Vai Ser Difícil PSDB-MG Explicar!


Estatal de MG aplicou indiretamente dinheiro na campanha de 1998. Ver nota anterior.

Folha de SP.

Do total gasto pela Cemig, R$ 1,4 milhão foi destinado à Graffar Editora Gráfica Ltda., que imprimiu as revistas, os cartazes e os folhetos. A Folha apurou que a gráfica, selecionada pela agência de Valério, foi registrada em nome de um "laranja" (pessoa que empresta o nome a outro) e está inativa há pelo menos dois anos.

Segundo a Junta Comercial do Estado de Minas Gerais, a Graffar foi registrada em novembro de 1997 em nome de Cláuber Gilberto Denucci Miranda, que tinha 99% das cotas, e de Willer Andrade. Em entrevista, por telefone, à Folha, Miranda disse que emprestou o nome para a abertura da empresa, a pedido de um amigo, e que desconhecia a prestação do serviço à Cemig. O amigo, segundo disse, era Cleiton Melo de Almeida, atual braço direito de Cláudio Mourão, ex-secretário de administração do Estado de Minas e ex-tesoureiro da campanha de Azeredo em 1998.

Em janeiro de 2000, segundo documentos da Junta Comercial, os "laranjas" Cláuber Miranda e Willer Andrade entregaram a empresa aos verdadeiros donos, Cleiton e Marcus Almeida.

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