Líder do PFL ironiza: - Cadê a Maioria ?

Folha de SP.
A cláusula de barreira determina que os partidos atinjam 5% de votos no país em 2006, caso contrário perdem direito a mecanismos fundamentais à sua existência, como tempo em rádio e TV e acesso à divisão da maior parte do Fundo Partidário, mais significativa fonte de recursos das legendas. O líder do PFL, Rodrigo Maia (RJ), foi duro. "O governo que use a maioria que conseguiu ontem [quarta-feira] para votar seus projetos", disse. Maia afirmou que aceita discutir uma pauta de consenso, mas que quer ver incluídos alguns temas de interesse de seu partido, entre eles a autonomia do Banco Central, proposta rechaçada pela esquerda.

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