Faltou dizer: e os juros são muito,muito menores que os do Brasil

Editorial da FSP.
RECUPERAÇÃO ARGENTINA
Desde o primeiro trimestre de 2002 e o segundo trimestre de 2005, a economia argentina tem apresentado uma taxa de crescimento média em torno de 7% ao ano, com relativa estabilidade de preços. O dinamismo provém da expansão do consumo, que cresceu 7,1% ao ano, mas também do investimento, que aumentou 22,9% ao ano. Nesse contexto, o emprego formal e informal, bem como os salários reais, se elevaram. O desemprego, que chegara a mais de 20%, atingiu 12,1% no segundo trimestre deste ano. O setor público passou de um déficit de 5,6% do PIB para um superávit primário de 3,6% do PIB. As exportações têm crescido em torno de 20% ao ano e, entre as importações, expande-se o ritmo das compras de bens de capital. A manutenção de uma taxa de câmbio competitiva e estável tem sido fundamental para a retomada dos investimentos e do saldo comercial.

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