Diplomatas Também Batem Forte


Esta literatura de cordel circula no Itamarati homenageando o secretário geral -Samuel Pinheiro Guimarães.

O Apedeuta Supremo,
num rasgo de inspiração
nomeou Secretário Geral
um homem sem coração
Samuel era seu nome
Pelo batismo cristão,
Mas, renegando o batismo
Recebeu outra denominação
Chupa-Cabra é o apelido
Pelo qual o chama a Nação.

Refrão: Minhão, minhão (4 vezes)

Bicho tinhoso arretado
Mais feio do que um papão
Samuel só era superado
Em sua má-educação
Pelo seu ajudante no cargo
De vice-chefe da repartição.
Mas sua grande feiúra
Não tem mesmo comparação:
Feio por dentro e por fora
É a própria assombração.
Até lobisomem se assusta
Quando dele fazem menção.

Refrão: minhão, minhão, minhão, minhão

Pois renegando da Casa
toda a melhor tradição
Chupa Cabra só gostava
De vermelha revolução,
Vermelhista e comunista
Da pior reputação.
Inimigo declarado
Ao Norte, da Grande Nação,
Samuel só emulava
A Venezuelização,
Querendo do nosso Brasil
Fazer pouco mais que um Cubão.

Refrão: cubão, cubão, cubão, cubão

O seu extremo mau gosto
No fazer e no trajar
Somente se comparava
A seu mau-gosto no pensar.
Inimigo de todas as artes
E do passado imperial
Mandou arrancar os quadros
Da Secretaria Geral.
Em seu lugar colocando
A foto de um marechal
Ditador e execrando
Um floriano de tal.

Refrão: miau, miau, miau, miau

Cheio de aleivosias,
Um louco consumado
Governa de Rio Branco
A Casa e o legado,
Por brutas algaravias.
O próximo que aqui chegar
Para mandar no cerrado
Vai ter que consertar
Tudo o que está estragado.
Agora que o PT
Já está desenganado
E que o bruto Zé Dirceu
Do poder foi enxotado.

Refrão: ado, ado, ado, ado

Num rompante de loucura
Tão comum e rotineiro
Obrigou a casa inteira
Ao programa de leitura
Secretário, Conselheiro
Envergados sobre livros
A passar o dia inteiro
Sob a vigia de olheiro
Se já nos sobra leitura,
Só nos falta o dinheiro.

Refrão: eiro, eiro, eiro, eiro

E para já finalizar,
Homenagem tão fagueira
A fim de imortalizar
Creatura tão faceira,
Só nos resta esperar
Que cuide do nosso aumento
Quem ao seu próprio filho
Soube dar apartamento.
E que seja antes que caia
Ao som de retumbante vaia
Do povo mais que contente
De podre o presidente
Que ao nosso Chupa Cabra
Deu mingau, farinha e dente.

Refrão: the end, the end, the end

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