Aristides Junqueira - Advogado de Delúbio, do Caso Celso Daniel... - Com Getch... E Tudo Mais!


A quebra de sigilo telefônico, ordenada pela CPI dos Bingos, do ex-advogado da Getch Enrico Gianelli mostra 51 ligações para o escritório de advocacia de Aristides Junqueira. Desse total, 45 ligações ocorreram em 2003 e 6 em 2004. A mais longa delas, de 9 minutos e 30 segundos, foi registrada no dia 8 de março de 2004, pouco tempo depois da crise que levou ao afastamento de Waldomiro Diniz, ex-assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu.

Aristides Junqueira disse que seu escritório “advogou junto com o doutor Enrico Gianelli” em dois casos. O primeiro, de acordo com o ex-procurador-geral, foi a tentativa de prorrogação do contrato da Getch com a Caixa Econômica Federal. Há três anos, em 2002, o escritório de Junqueira foi contratado por Paulo Frateschi, presidente do PT paulista, para defender o partido no caso do assassinato do prefeito de Santo André Celso Daniel ocorrido em janeiro daquele ano. Investigações da CPI dos Correios revelaram que os honorários do escritório de Aristides, no valor de R$ 545 mil, foram pagos pelo dinheiro do mensalão que saía das empresas de Marcos Valério.

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