Aprofundam-se as investigações da CPI sobre Funaro, Pororoca et Caterva


Extrato do relatório. Para aprofundar as investigações:

Pororoca e Funaro teriam montado operações nos mercados de opções com futuros em 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004 em parceria com o banco BNP Paribas, através de um operador muito conhecido no Brasil e NY, chamado Kent. A própria auditoria do banco pegou as operações e demitiu o operador. Essas operações consistiam no seguinte: a dupla Funaro-Pororoca comprava barato ou vendia caro as opções para as fundações e, no mesmo dia ou no dia seguinte, revendia ao banco que garantia a liquidez.

Funaro-Pororoca e o operador Kent teriam dividido o lucro. A CVM e a SPC já autuaram a REAL GRANDEZA, CENTRUS, FACEB entre outras, inclusive proibindo o sr. Benito Siciliano de atuar no mercado, por 10 anos. O grupo fez as mesmas operações em várias outras instituições que estão sendo auditadas: ELETROS, FAPES, FUNDIÁGUA e CERES, além da PRECE que ainda carrega as operações em sua carteira, (renovadas desde a "gestão Pororoca" pela atual diretoria). A CVM investiga todas as operações, grande parte delas feitas nas corretoras SOCOPA, São Paulo e Intra com quem o grupo operava. Inclusive essas operações eram feitas dentro de fundos do Banco Santos, (sob intervenção). Quem nos ultimos três anos fazia os contatos e as liquidações teria sido Murilo, filho de Pororoca.

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