Too Much Pork and Too Little Sugar


Coluna de Thomas l. Friedman no New York Times de hoje -5 de agosto de 2005- defende a importação de álcool brasileiro.

Abaixo trecho relativo.

"Durante o embargo de petróleo árabe de 1973, o Brasil importava quase 80% de seu consumo", diz Luft, diretor do Instituto para Análise da Segurança Global.

"Em três décadas, cortou sua dependência mais que pela metade... Nesse período os brasileiros investiram maciçamente na indústria de álcool etanol a tal ponto que 30% do combustível usado em seus carros é doméstico. Eles criaram também uma frota que pode receber esse combustível". A metade dos novos carros vendidos nesse ano funcionam com uma combinação de gasolina e álcool.

"Fazer hidrocarbonos e carbohidratos funcionar juntos no mesmo tanque, não apenas permitiu ao Brasil fechar o déficit energético, como também protegeu a economia dos efeitos nocivos da alta do preço do petróleo", disse. A nova legislação energética inclui etanol a base de milho, mas, se curvando às imposições dos lobis do milho e do açúcar (que se opõe à importação de açúcar), ela ignora o etanol brasileiro, mesmo se é necessário muito menos energia para produzi-lo e este produzir mais energia que o etanol de milho.

Estamos dispostos a importar petróleo da Arábia Saudita mas não açúcar do Brasil.

(noite)

<< Home