Opinião


Há uma situação paradoxal nas reuniões das CPIs. Os parlamentares que perguntam, estão preocupados em brilhar para a TV. Os depoentes estão seguindo o roteiro de seus advogados, que nada tem de televisivo.

Quem assiste a TV, se frustra com a impotência das perguntas. E se frustra com o cinismo das respostas. Resultado: desgaste de todos junto aos eleitores que estão ligados na TV.

Sorte dos parlamentares é que nos noticiários são editados e divulgados os "melhores momentos".

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