Marinho admite propina nos Correios e diz que "agrados" acontecem desde 2002


da Folha Online

O ex-chefe de Departamento dos Correios Maurício Marinho revelou ao Ministério Público não ser o "petequeiro" que o deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) diz que é. A propina de R$ 3.000, flagrada em gravação, pivô da crise do governo Lula da Silva e motivo do apelido dado por Jefferson, é apenas uma amostra de uma série.

O pagamento de propinas, de acordo com Marinho, era corrente desde 2002, último ano do governo FHC. Um dos principais pagadores seria o Arthur Wascheck Neto e as empresas Polycart, Incomir, ELC/Starlok e Multiforma. Somente entre setembro de 2004 e abril de 2005, ele disse ter recebido R$ 20 mil. Os repasses seriam extensivos a seus superiores, de acordo com Marinho.

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