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Os setores de papelão e plástico, pré-indicadores de atividade econômica, já enfrentam um quadro de clara redução de demanda. O setor de aço mantém o volume de exportações quase sem ganho para evitar parar fornos. Apenas os setores exportadores com custo em dólar, não sentem os efeitos do câmbio. O setor de máquinas agrícolas reduziu fortemente as vendas. A área plantada será menor em pelo menos 15%. O financiamento de automóveis, continua aquecido assim como o uso dos cartões de crédito.

A inflação brasileira caminha para fechar o ano em pouco mais que 5% com tendência a ser menor em 2006. Na Argentina a economia crescerá este ano pelo menos 7%, sendo que 9% no primeiro semestre. A inflação projetada para 2005 alcança 11%. A clássica troca (inflação X crescimento) continua valendo no Brasil e Argentina para patamares de inflação até 10 ou 12%.

(manhã)

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