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BankBoston outra vez no caso.

PF investiga conta de Duda no exterior usada entre 1997 e 2003

O Globo.

O publicitário Duda Mendonça pode não ter dito toda a verdade quando, em depoimento à CPI dos Correios, afirmou que recorreu à conta de uma off-shore no exterior pela primeira vez em 2003 e por exigência do empresário Marcos Valério.

Relatório reservado do Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal informa que entre 1997 e 2000, Duda e a sócia dele, Zilmar Fernandes da Silveira, fizeram transações de US$ 1,6 milhão com a Agata Internacional, off-shore nas Ilhas Virgens Britânicas, administrada pelo doleiro Roger Clement Haber.

Duda disse que abriu em 2003 a Dusseldorf, uma off-shore com sede nas Bahamas, para receber R$ 10 milhões de Valério, como pagamento de uma parcela da dívida de campanhas eleitorais do PT com o publicitário. Mas o relatório da PF, enviado ao Supremo Tribunal Federal na sexta-feira, mostra que ele e Zilmar vinham fazendo transações com a Agata Internacional há pelo menos oito anos.

Segundo o documento, que também se encontra na base de dados do caso Banestado, Duda fez, a partir de uma conta no Banco de Boston, nove ordens de pagamento para uma conta da Agata, no MTB Bank, de Nova York.

A primeira remessa, de US$ 90 mil, foi registrada no dia 19 de maio de 1999. A última, contabilizada no dia 30 de maio de 2000, foi de US$ 49 mil.


(manhã)

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