Delúbio Depondo I


1. Nega compra de votos. E afirma que recursos iam para diretórios do partido. E que nunca tiveram origem no setor público. Esta será a linha que adotará e que procura admitir o óbvio -há transferência de recursos- e focar o uso político.

Um detalhe: tratou dos recursos dos diretórios do PT mas não tratou dos demais partidos coligados deixando implícito que quer diferenciá-los do PT. Eles que abram o olho.

2. Assume, no bom estilo mafioso, a culpa única da alocação dos recursos, livrando a culpa dos demais.

3. Diz que a forma de pagamento era decidida apenas pelo Marcos Valério. Concentrando as explicações apenas em uma pessoa, evita contradições. Sinal de que seu depoimento está articulado com o do Marcos Valério.

(manhã)

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