Continua Delúbio


1. Não confirma as declarações de Jefferson sobre os quatro milhões recebidos. Ou seja: segue na linha de Dirceu, de desqualificar o primeiro denunciante e colocar em dúvida os depoimentos que ele já fez.

2. Diz que os recursos transferidos cobriam as dívidas da eleição de 2002 e depois a preparação da eleição de 2004, isso em 2003, e depois a própria eleição de 2004. Com isso dá cobertura a todas as datas de saque, ajudando a descaracterizar o mensalão enquanto tal.

3. Pela primeira vez cita, de passagem, o PCdoB e o PSB, e o PDT via ministro Miro Teixeira falando da eleição de 2004, e presença política em cada município. Outra foca o aspecto político.

4. Conheceu Valério em 2002, via deputado Virgilio Guimarães e "outros companheiros" de Minas. Hummmm...novidade.

5. Em 2002 os recursos usados não usaram Valério. Com isso procura limpar a campanha de 2002 e separá-la dos recursos sujos de agora, tentando evitar efeitos retroativos. Com isso recursos a partir de 2003 estariam indo para os "diretórios e partidos" que cobririam seus problemas de 2002, à responsabilidade dos mesmos.

6. Relator aperta: e porque deputados receberam? Diz que no PT vários acumulam e nos demais não conhecia e só falou com presidentes.

(manhã)

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